
O Exército dos Estados Unidos está desenvolvendo um plano para empregar drones autônomos como “companheiros leais” de seus helicópteros e convertiplanos, inspirando-se nos programas de Aeronaves de Combate Colaborativas (CCA) já em andamento na Força Aérea, Marinha e Fuzileiros Navais.
A ideia é ampliar o poder de fogo e a capacidade de vigilância das operações aéreas, reduzindo ao mesmo tempo o número de pilotos em campo. Esses drones poderão atuar de forma coordenada com aeronaves tripuladas, realizando missões de reconhecimento, guerra eletrônica e ataque em ambientes de alto risco.
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Os planos do Exército ainda estão em fase inicial, mas contam com apoio de comandos regionais no Pacífico e na Europa, que ajudam a definir as capacidades desejadas. O projeto deve aproveitar a experiência com os chamados “launched effects”, pequenos drones lançados de aeronaves que operam de maneira colaborativa e autônoma. A diferença é que os futuros CCAs seriam maiores, reutilizáveis e capazes de transportar seus próprios drones menores, ampliando o alcance e a flexibilidade das missões.
Empresas como Boeing, Sikorsky e Bell já apresentaram propostas de aeronaves não tripuladas com decolagem vertical (VTOL), algumas derivadas de projetos de convertiplanos existentes. Segundo o general Phillip Baker, os testes iniciais com conceitos de CCA já começaram, e novas demonstrações devem ocorrer em breve. O desafio principal do Exército, porém, é adaptar essa tecnologia a aeronaves que voam mais baixo e devagar que os jatos de combate, exigindo soluções específicas para operação conjunta entre helicópteros e drones.
Fonte: The War Zone | Foto: X @BoeingDefense | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
